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O novo treinador do Galo sabe como fazer

El Turco Mohamed é um bom nome para assumir o campeão brasileiro e da Copa do Brasil. 

Por Mauro Beting

El Turco

El Turco

Mais do que ser treinador do Tijuana da noite histórica do Horto, na Libertadores em 2013, Mohamed tem uma história de vida e de superação da morte do filho durante a Copa do Mundo de 2006.

Em campo, ou melhor, no banco, o bom do treinador argentino que chega depois do sucesso no México é a versatilidade. Se ele tem um elenco para jogar fechadinho, ele dá um jeito de fazer essa equipe ser competitiva - e, se possível, sair mais para o ataque. Se ele recebe um elenco de grande qualidade e protagonismo como ele terá em 2022 no Galo, também é possível que repita o bom trabalho no México. Propondo o jogo, com alternativas táticas e técnicas muito interessantes.

Melhor ainda do El Turco é que ele define como lema pétreo que o jogador é (foi e sempre será) mais importante do que o sistema. Pleno acordo. Os nomes são mais importantes do que os números. Sempre. Em qualquer época. Em todos os campos.

Os times dele se adpatam aos jogadores escalados, sem camisa de força tática. E, cada vez mais, dependem também das virtudes e defeitos dos rivais. Algo que semrpe demanda estudo. E, sobretudo, tempo.

Algo que se espera que ele tenha mais do que os 10 jogos decepcionantes de Dudamel. E que Sampaoli teve até sair.

E Cuca, também.

E El Turco, tem potencil para fazer bom trabalho.

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