Futebol Brasileiro

Presidente do Inter, Alessandro Barcellos, anuncia permanência de Edenílson: 'Contamos com ele'

O volante recebeu propostas do Al Shabab, da Arábia Saudita, e até pensou em deixar o clube, mas a declaração do dirigente aponta esperançosamente para pelo menos mais dois anos do jogador no clube

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Por Redação da TNT Sports

Edenílson, segundo o presidente do Inter, permanecerá no clube até o fim do contrato, em 2023(WESLEY SANTOS/Gazeta Press)

Edenílson, segundo o presidente do Inter, permanecerá no clube até o fim do contrato, em 2023 | WESLEY SANTOS/Gazeta Press

Em entrevista concedida ao 'GE', publicada nesta segunda-feira (6), o presidente do Internacional, Alessandro Barcellos, abriu o jogo sobre a permanência do volante Edenílson, de 31 anos. Na última janela de transferências, o atleta recebeu propostas do Al Shabab, da Arábia Saudita, e sentiu desejo de deixar o clube após a eliminação da Libertadores e ameaças de morte de haters.

O dirigente não somente apontou que o clube conta com a permanência do jogador, como também rendeu elogios a ele. Com contrato previsto até o final de 2023, a expectativa colorada é a de que o estádio Beira-Rio siga sendo a casa do volante pelos próximos dois anos.

"O Edenilson é um grande profissional, comprometido com o clube, com este grupo. Tem contrato até o final de 2023, e, portanto, cumprirá. É um assunto que superamos e olhamos para frente. O Edenilson ainda dará muitas alegrias ao nosso torcedor. É um assunto que, por ora, resolvemos. Contamos com ele. Vida que segue", declarou Alessandro. 

"Na medida em que apareçam interessados, sentamo-nos e discutimos. Ele não deixou de ter compromisso e desempenho. Prova é que, mesmo com várias janelas abertas, fez boas apresentações e chegou à Seleção. É fruto do trabalho, mas também da relação positiva com o clube. Acredito muito nisso. Sou suspeito a falar, mas o Edenilson é um dos três melhores jogadores brasileiros da sua posição. O Inter está muito bem servido com ele. É sempre um acréscimo", acrescentou o presidente. 

Por conta das mensagens de ódio destiladas por fanáticos torcedores, devido à má fase vivida pelo Colorado, Edenílson entendeu, durante o mês do julho, que era o momento de deixar o clube. Até recebeu proposta árabe, mas a venda não foi confirmada pois o Al Shabab ofereceu um valor abaixo do estipulado como multa rescisória, de US$ 3 milhões (pouco mais de R$ 15 milhões). Agora, a expectativa é de permanência. 

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