Futebol Brasileiro

Rodrigo Caetano, dirigente do Atlético-MG, detona jogadores do Boca Juniors: 'vândalos'

O time argentino foi levado à delegacia, em Belo Horizonte, logo após a partida e permanece lá até a manhã desta quarta-feira (21); veja imagens

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Por Redação da TNT Sports

Ao fim da partida, jogadores do Boca Juniors iniciaram uma briga generalizada a caminho do vestiário | Getty Images

Ao fim da partida, jogadores do Boca Juniors iniciaram uma briga generalizada a caminho do vestiário | Getty Images

A classificação do Atlético-MG poderia ficar marcada pela superação do goleiro Éverson, por exemplo, que foi de uma falha defensiva até o gol da classificação. Porém, infelizmente, a confusão generalizada, que se iniciou por parte dos jogadores do eliminado Boca Juniors, é o assunto que mais está rendendo sobre a partida.

Em entrevista à 'Rádio Grenal', o dirigente do Atlético-MG, Rodrigo Caetano, não pegou leve nas críticas aos argentinos, a quem ele se referiu como "vândalos": 

Foram imagens lamentáveis. O time do Boca Juniors queria invadir o vestiário dos árbitros e do Atlético. São vândalos. Os argentinos pensam que aqui é território deles. Pegaram barras de ferro, agrediram seguranças.”

Após a partida, os jogadores do Boca Juniors foram levados até à Delegacia de plantão 4, da Polícia Civil, região noroeste em Belo Horizonte. Chegaram às 23h dessa terça-feira (20) e permanecem até a manhã desta quarta (21).

Foram detidas sete pessoas,  sendo seis jogadores e um integrante da comissão técnica. Foram 13 vítimas, entre elas, seguranças do Galo, do Mineirão, um membro da arbitragem e policiais militares. Falta ainda uma pessoa a ser ouvida. Veja imagens:

 

A informação inicial é que a CONMEBOL exigiu teste negativo de Covid-19 dos policiais que ficariam em campo. Como não apresentaram o exame, foram proibidos de ficar lá. Por essa razão, o Batalhão de Choque ficou do lado de fora. A polícia que entrou foi a de escolta, que estava no estacionamento quando ouviu a confusão. 

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